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quinta-feira, 14 de agosto de 2014

HISTÓRIA DO MEL APE REGINA (ABELHA RAINHA)

História do Mel

Antes do surgimento do homem neste planeta a abelha já existia, e acredita-se que ela surgiu quando já havia razão e meio para existir.Sabe-se hoje, por provas arqueológicas (pedaços de âmbar transparente envolvendo abelhas), que já existiam abelhas há 42 milhões de anos, idênticas às atuais.Na obra de Eva Crane (Honey, a Comprehensive Survey), encontramos informações de que os sumérios, que se estabeleceram na Mesopotâmia por volta de 5000 a. C., já usavam o mel. Dos textos sumérios que sobreviveram até os nossos dias são conhecidas duas passagens que falam a respeito do mel.Três mil anos depois, esta região seria conhecida por Babilônia. Os babilônios já usavam o mel também na medicina. Posteriormente, os hititas invadiram a Babilônia. No código hitita, por volta de l300 a.C., aparecem as primeiras referências em uma legislação que regula algo a respeito de mel e abelhas.Por volta do ano 3400 a.C., o soberano do Alto Egito uniu seu reino ao Baixo Egito. Desde a primeira dinastia, em 3200 a.C., adotaram-se as abelhas como símbolo do faraó do Baixo Egito. O mel era muito usado pelos antigos egípcios, especialmente pelos sacerdotes, tanto nos rituais e cerimônias como para alimentar animais sagrados.Há textos que põem em destaque a existências de apicultura migratória no antigo Egito, o que significa que já naquela época era bastante usado algum tipo de colmeia móvel.Na Bíblia, no Antigo Testamento, há informação suficiente para concluir que na Terra Prometida dos hebreus, “regada por leite e mel”, o mel era amplamente usado. Em vários textos bíblicos, o mel também é citado em diversas passagens do Antigo Testamento, sendo mencionado em alguns Salmos:
Quão doces são as tuas palavras ao meu paladar! Mais do que o mel à minha boca. (salmo 119:103)
O temor do SENHOR é límpido e permanece para sempre; os juízos do SENHOR são verdadeiros e todos igualmente, justos. São mais desejáveis do que ouro, mais do que muito ouro depurado; e são mais doces do que o mel e o destilar dos favos. (Salmo 19:9-10)
No livro de Provérbios, o mel é mencionado pelo autor como um medicamento, o que demonstra que os hebreuss já utilizavam esta substância não só com fins alimentares mas também terapêuticos: Palavras agradáveis são como favos de mel: doces para a alma e medicina para o corpo. (Provérbios 16:24)
Em sua poesia de Cântico dos Cânticos, Salomão, o mesmo autor da maioria dos Provérbios, faz outra menção ao mel, incluindo-o como um dos mais excelentes produtos da época:
Já entrei no meu jardim, minha irmã, noiva minha; colhi a minha mirra com a especiaria, comi o meu favo com o mel, bebi o meu vinho com o leite. Comei e bebei, amigos; bebei fartamente, ó amados. (Cantares 5:1)
Acredita-se na existência de apicultura sistemática já na pré-história, pois a própria atuação de Aristeu leva-nos à idéia de que existe uma grande possibilidade de os personagens mitológicos terem sido seres humanos que se destacaram por ser inteligentes, habilidosos ou bem dotados, com o tempo eles teriam se tornado lenda.
Pela época do historiador Hesíodo, contemporâneo de Homero, a apicultura sistemática já era um fato, pois se menciona o “simblous, ou simvlus”, que eram um tipo de colmeia construída por mãos humanas.
Escavações feitas em Feston, na ilha de Creta, por companhias arqueológicas italianas, trouxeram à luz colmeias de barro que pertenceram à época minóica, 3400 a.C., bem anterior a Hesíodo e Homero. Outros achados destas escavações revelam o alto estágio da apicultura desta época. Entre eles estão duas jóias de ouro; uma delas mostra duas abelhas, datada de 2500 a.C., e foi encontrada nas escavações da antiga cidade de Cnossos.
Homero, o poeta, na sua consagrada Odisséia, fala sobre uma mistura de mel e leite, chamada “melikraton”, que era considerada uma excelente bebida; menciona também que as filhas órfãs de Píndaro eram alimentadas pela deusa Vênus (Afrodite) com queijo, mel e vinho, os mesmos alimentos usados por Circe, a feiticeira, que fascinou os companheiros de Ulisses.
Foi Aristóteles quem primeiro fez estudos com métodos científicos a respeito de abelhas, “melissas”, utilizando colmeia cilíndrica feita com ramos de árvores entrelaçados com uma mistura de barro e estrume de vaca. Esta colmeia hoje é chamada de “anastomo”ou “cofini”, e em certas regiões da Macedônia ainda é usada.
No período pré-aristotélico, a apicultura já tinha em grande parte sido sistematizada, tanto assim que o grande legislador ateniense Sólon dedicou-lhe vários artigos da lei, o que comprova seu estágio avançado naquele tempo. Um dos artigos proibia a instalação de um novo apiário a uma distância menor que 300 pés (90 metros) de um apiário já existente.
A cesta cilíndrica usada como colmeia possuía alvado ou buracos por onde entravam as abelhas, na parte superior, boca, onde eram colocadas de oito a doze ripas de madeira, paralelas. Ao longo da parte inferior destas ripas era derramada cera derretida, bem no meio, e ao longo de seu comprimento. A partir deste fio de cera, as abelhas iniciavam a construção de favos paralelos que chegavam ao fundo da cesta. Estes foram os primeiros favos móveis de que se têm notícias.

Com favos móveis, Aristóteles conseguiu fazer observações valiosíssimas, das quais algumas sobreviveram até a descoberta do microscópio, outras até Langstroth, apicultor estado-unidense do século XIX, o espaço abelha, e as medidas são válidas até hoje.
.......................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................O O mel é consumido desde a pré-história e com o tempo, aprendemos a fazer um manejo sustentável de forma que pudéssemos aproveitá-lo sem prejudicar as abelhas. Foi assim que nasceu a apicultura e, com ela, foi possível extrair outros produtos como o própolis, a geleia real e o pólen.Os egípcios foram os pioneiros da criação de abelhas, enquanto que os povos da mesopotâmia foram os primeiros a utilizar o mel para fins medicinais. Os gregos também sempre foram grandes apicultores e foi Aristóteles quem estudou as abelhas de perto, percebendo as diferenças entre abelhas-operárias, abelha-rainha e zangões. Na Europa, durante a idade média, em alguns lugares as árvores eram propriedade do governo. Isso porque elas poderiam servir de abrigo para colmeias e, sempre que um enxame se estabelecia, era necessário registrá-lo em cartório para ser deixado de herança.
Arqueólogos encontraram ânforas com mel no Egito que foram guardadas há milhares de anos e estavam em perfeito estado. O motivo é que a umidade do mel é muito baixa e ele contém peróxido de hidrogênio, a mesma substância da água oxigenada, que impede a proliferação de agentes contaminantes. Por isso que desde os primórdios, além de ser considerado o néctar dos deuses, o mel era utilizado para a cicatrização de ferimentos. O mel puro não tem data de validade.
Resultado de uma das mais fantásticas manifestações da natureza, o mel fortifica os órgãos vitais, aumenta nossa disposição e é símbolo de prosperidade.
Assim como o sal e o azeite, o mel é considerado alimento sagrado, reverenciado em várias religiões. Relaciona-se ao sol e ao coração, nosso centro divino.Uma das propriedades do mel é justamente fortificar o coração e os pulmões, órgãos vitais por excelência.
Rico em proteínas, vitaminas, minerais, carboidratos e enzimas,  o mel tem o poder de regenerar as células e retardar o envelhecimento.
Tomando 2 colheres por dia a resistência física aumenta, dando mais disposição e energia.
Cleópatra, a rainha do Egito(de 69 a 30 a.C.) reconhecida por sua força sedutora, sabia disso e explorou todas as possibilidades do mel em seus rituais de beleza. Misturava essa substância a banhos de leite de cabra, buscando ter pele de veludo. De fato, a ciência reconhece que o mel age na camada superficial da pele, clareando, amaciando e favorecendo a circulação do sangue. Uma máscara natural feita com mel de boa qualidade tem efeito rejuvenescedor.  Além de rejuvenescer e embelezar, o mel guarda em si poderes mágicos.  "É um líquido feminino, relacionado a Ártemis , a deusa grega das matas, protetora de todas as mulheres e da liberdade e chamada de Diana pelos romanos.
O mel amansa e adoça ao mesmo tempo criaturas indomáveis, como os ursos. Essas feras esquecem a fúria e tormam-se delicados enquanto se deliciam com esse líquido doce."   Ele tem a capacidade de dobrar pessoas de gênio difícil ou os muitos teimosos.
Ter sempre na cozinha à vista um pote cheio de mel. "A cor dourada e transparente está associada à prosperidade, ao ouro. Olhar para o mel é uma forma de estar conectado com o que há de mais precioso na natureza"

VALE DO MEL - MATA ATLÂNTICA  - APIÁRIO  SÍTIO SÃO PEDRO- SÃO LUIS DO PARAITINGA - SP
REGIÃO DE MATA NATIVA COM INFLUÊNCIA DAS FLORADAS CAMBARÁ, ASSA PEIXE, ANGICO E EUCALPITO

APE REGINA ( ABELHA RAINHA) = MEL, PÓLEN, PRÓPOLIS, SABOARIA E FITO-COSMÉTICOS COM MEL  
GIGI OKI 11 98157 8383











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