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sábado, 20 de setembro de 2014
domingo, 24 de agosto de 2014
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
O Mel e as Abelhas
Não é de hoje que o Homem descobriu todo o poder do
mel. Através dos tempos, o mel sempre foi considerado um produto
especial, utilizado pelo Homem desde os tempos mais remotos.
Evidências da sua utilização pelo ser humano aparecem desde a
Pré-história, com inúmeras referências em pinturas e manuscritos
do antigo Egipto, Grécia e Roma.
Existem registos sobre a utilização do mel como alimento pelos Sumérios na Mesopotâmia (2.300 anos antes de Cristo). No Antigo Egipto explicava-se a origem do mel como sendo fruto das lágrimas vertidas por Rá, deus do Sol. Zeus, pai e rei dos deuses da mitologia grega, alimentava-se do mel que as abelhas colocavam sobre os seus lábios. Na antiga China, este néctar cor de ouro e símbolo da Terra, era dado ao imperador afim de que este encontrasse força, vigor e clarividência.
O mel, como alimento sagrado, aparece tanto nas páginas da Bíblia como nas do Corão, onde é citado como o alimento do paraíso. Para os antigos, sonhar com enxames era sinónimo de prosperidade. A chamada “Lua-de-mel” teve a sua origem no costume romano em que a mãe da noiva deixava em cada noite, na alcova nupcial, à disposição dos recém casados, um pote de mel para “repor energias”. Esta prática durava toda a lua. Ainda hoje, em muitos países, encontramos a expressão “Lua-de-mel”.
As abelhas convertem o néctar das flores em mel, o qual armazenam nas suas colmeias. O néctar é uma solução aquosa, composta de açúcar, proteínas, ácidos e sais minerais. O processo de formação do mel começa quando a abelha suga o néctar de uma flor e o deposita no papo, uma espécie de bolsa que ela tem no corpo. Aí, e por intermédio de enzimas, o açúcar do néctar é decomposto em dois açúcares mais simples, a frutose e a glicose. Quando retorna à colmeia, a abelha deposita o néctar nos favos, onde o mesmo se irá transformar em mel. Durante esse processo, o néctar perde grande parte da água que contém, transformando-se numa substância muito doce, o mel, composto em média por 80% de hidratos de carbono, 15% de água, e 5% de substâncias diversas (ácidos, sais minerais, vitaminas, etc.). Contudo, a composição do mel varia, dependendo da flora que lhe deu origem, das condições climáticas, da natureza do solo e do estado fisiológico das colónias, entre muitos outros factores.
Existem registos sobre a utilização do mel como alimento pelos Sumérios na Mesopotâmia (2.300 anos antes de Cristo). No Antigo Egipto explicava-se a origem do mel como sendo fruto das lágrimas vertidas por Rá, deus do Sol. Zeus, pai e rei dos deuses da mitologia grega, alimentava-se do mel que as abelhas colocavam sobre os seus lábios. Na antiga China, este néctar cor de ouro e símbolo da Terra, era dado ao imperador afim de que este encontrasse força, vigor e clarividência.
O mel, como alimento sagrado, aparece tanto nas páginas da Bíblia como nas do Corão, onde é citado como o alimento do paraíso. Para os antigos, sonhar com enxames era sinónimo de prosperidade. A chamada “Lua-de-mel” teve a sua origem no costume romano em que a mãe da noiva deixava em cada noite, na alcova nupcial, à disposição dos recém casados, um pote de mel para “repor energias”. Esta prática durava toda a lua. Ainda hoje, em muitos países, encontramos a expressão “Lua-de-mel”.
As abelhas convertem o néctar das flores em mel, o qual armazenam nas suas colmeias. O néctar é uma solução aquosa, composta de açúcar, proteínas, ácidos e sais minerais. O processo de formação do mel começa quando a abelha suga o néctar de uma flor e o deposita no papo, uma espécie de bolsa que ela tem no corpo. Aí, e por intermédio de enzimas, o açúcar do néctar é decomposto em dois açúcares mais simples, a frutose e a glicose. Quando retorna à colmeia, a abelha deposita o néctar nos favos, onde o mesmo se irá transformar em mel. Durante esse processo, o néctar perde grande parte da água que contém, transformando-se numa substância muito doce, o mel, composto em média por 80% de hidratos de carbono, 15% de água, e 5% de substâncias diversas (ácidos, sais minerais, vitaminas, etc.). Contudo, a composição do mel varia, dependendo da flora que lhe deu origem, das condições climáticas, da natureza do solo e do estado fisiológico das colónias, entre muitos outros factores.
Tratamento a Base de Mel Contra o Envelhecimento.
Se tratando de beleza tudo que for bom e favorecer a
beleza da mulher está na lista dos queridinhos da beleza e das
mulheres.
Para toda mulher
que esta sempre em busca de medidas novas para fazer
tratamentos corporais e estéticos, saiba que o mel é um dos melhores doces que é rico em
antioxidante, vitaminas, substâncias que permite hidratação
profunda para embelezamentos do corpo e combater
envelhecimento precoce da pele. Confira tudo abaixo sobre o
tratamento e benefícios do mel.
Benefícios do mel:
O mel é um dos nutrientes mais ricos
da natureza, pois suas vitaminas previnem o envelhecimento
precoce da pele, manchas, rugas e flacidez, evitando a
desidratação da pele que está somada a importante capacidade de
auxiliar na regeneração dos tecidos.
História do mel na beleza:
Diz a história que a rainha Cleópatra, do Egito, usava
uma mistura de lápis lazúli, malaquita, ocre e mel para pintar
as pálpebras. Os mesmos egípcios ferviam o néctar numa mistura
de incenso, mirra e casca de canela para perfumar as roupas e
deixar o hálito fresco.
E desde então o mel foi sendo
cobiçado e utilizado para outros fins a favor de ajudar a todos a
conseguir uma beleza.
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